Astro Kids
Esse blog é feito para explicar Astronomia para crianças de um jeito simples e divertido.
segunda-feira, 15 de junho de 2015
segunda-feira, 8 de junho de 2015
Tipos de Nebulosas
- Nebulosa de emissão
Nebulosas de emissão são nuvens de gás com temperatura alta. Os átomos na nuvem são energizados por luz ultravioleta de uma estrela próxima e emitem radiação quando decaem para estados de energia mais baixos (luzes de néon brilham praticamente da mesma maneira).Nebulosas de emissão são geralmente vermelhas, por causa do hidrogênio, o gás mais comum do Universo e que comumente emite luz vermelha. Um exemplo de nebulosa de emissão é a nebulosa de Orion (imagem ao lado). Esta nebulosa encontra-se a 1.800 anos luz do Sol, e é formada por gases que rodeiam um grupo de estrelas jovens, cujos átomos se excitam com a energia dessas estrelas.
- Nebulosa de reflexão
Nebulosas de reflexão são nuvens de poeira que simplesmente refletem a luz de uma estrela ou de estrelas próximas. Nebulosas de reflexão são geralmente azuis porque a luz azul é espalhada mais facilmente. Nebulosas de emissão e de reflexão são geralmente vistas juntas e são também chamadas de nebulosas difusas. Conhecemos cerca de 500 nebulosas de reflexão. Umas das mais famosas nebulosas de reflexão é a que rodeia as estrelas das Plêiades. Uma nebulosa de reflexão azul pode também ser vista na mesma área do céu que a Nebulosa da Trífida. A gigante estrela Antares, que é muito vermelha, é rodeada por uma grande nebulosa de reflexão vermelha. Na imagem ao lado, veja a Nebulosa de Reflexão IC2118 (The Witch Head Nebula), na constelação de Eridanus.
- Nebulosa escura
As Nebulosas escuras são nuvens de gás e poeira que impedem quase completamente a luz de passar por elas, e são identificadas pelo contraste com o céu ao redor delas, que é sempre mais estrelado ou luminoso. Elas podem estar associadas à regiões de formação estelar. As maiores nebulosas escuras são visíveis a olho nu, e elas aparecem como caminhos escuros contra o fundo brilhante da Via Láctea. Exemplos são a Nebulosa Saco de Carvão e a Nebulosa Cabeça de Cavalo.
- Nebulosa planetária
As Nebulosas planetárias receberam esse nome de William Herschel porque quando foram vistas ao telescópio pela primeira vez,elas se pareciam com um planeta. Posteriormente se descobriu que elas na verdade não são nuvens moleculares e locais de formação de estrelas, e sim, que eram causadas por material ejetado de uma estrela central, que pode ter explodido como uma supernova. Este material é iluminado pela estrela central e brilha, podendo ser observado um espectro de emissão. A estrela central normalmente termina como uma anã branca. Ou seja, as nebulosas planetárias são na verdade, a morte, ou o estágio final de estrelas. Cientistas acreditam que este será o fim do Sol daqui a aproximadamente 4,5 bilhões de anos. Um belo exemplo de nebulosa planetária é a Nebulosa M57 ( Nebulosa do Anel, imagem acima) que encontra-se a 2.300 anos-luz de distância, podendo ser vista na constelação de Lira.
Fonte : http://www.galeriadometeorito.com/p/nebulosas.html#.VXX7xdJVjHV
Nebulosas
O que são Nebulosas?
Quando parte de uma nebulosa começa a se aglutinar, a atração gravitacional se encarrega para completar o processo de formação de novas estrelas. Este evento é conhecido como "colapso gravitacional". As nebulosas se encontram no interior de galáxias, no meio inter-estelar.
Fonte : http://www.galeriadometeorito.com/p/nebulosas.html#.VXX0TdJVjHU
segunda-feira, 1 de junho de 2015
ASTEROIDES COMETAS METEOROS E METEORITOS
Asteroides, cometas, meteoros e meteoritos são muitas vezes confundidos em seu significado devido á falta de informações. Bem, hoje vou esclarecer as diferenças:
Asteroides são objetos rochosos e metálicos que orbitam o Sol, mas muito pequenos para serem considerados planetas. Eles são conhecidos como planetas secundários. Asteroides variam em tamanho: de Ceres, que tem um diâmetro de cerca de 1000 km, até o tamanho de pedregulhos.
Essencialmente, cometas são "pedras de gelo sujo". O gelo dessas pedras é formado principalmente por material volátil (passa diretamente do estado sólido para o estado gasoso) e a "sujeira" é constituída principalmente por poeira e pedras (dos tamanhos mais variados). Cometas são objetos do Sistema Solar (estão presos gravitacionalmente ao Sol). Ao contrário dos planetas, cujas órbitas são quase circulares (a distância de um planeta ao Sol varia pouco), os cometas têm órbitas muito elípticas, o que realça o seu aproximar-afastar do Sol. Quanto mais distante for o afélio de um cometa (ponto de sua órbita mais distante do Sol) mais tempo o cometa levará para dar uma volta completa em torno do Sol.
Meteoros e Meteoritos
Meteoros são corpos celestes que entram na atmosfera da terra. A partir do momento que se chocam com o nosso planeta, são chamados de meteoritos
FONTES:http://pt.wikipedia.org/wiki/Meteoro http://www.observatorio.ufmg.br/pas56.htm http://astro.if.ufrgs.br/solar/asteroid.htm
FONTES:http://pt.wikipedia.org/wiki/Meteoro http://www.observatorio.ufmg.br/pas56.htm http://astro.if.ufrgs.br/solar/asteroid.htm
segunda-feira, 25 de maio de 2015
Os Planetas
Você já se perguntou o que é um planeta? Por definição, um planeta é um corpo sólido de formato arredondado que gira em torno da estrela maior (no caso do planeta Terra, essa estrela é o Sol). Mas como podemos saber se um determinado corpo celeste é um planeta ou não?
Para que um corpo celeste seja considerado um planeta, a União Astronômica Internacional estabeleceu alguns critérios:
1) Estar em órbita ao redor de uma estrela;
2) Ter a sua própria gravidade, fator responsável para que tenha uma forma redonda;
3) Ter a sua órbita livre, isto é, o caminho que ele faz não pode ser influenciado ou obstruído por nenhum outro planeta.
Diante dessas definições, podemos dizer que a Lua é um planeta? Não, pois ela não orbita ao redor de uma estrela, pois a Terra não é uma estrela, e tem a sua órbita influenciada por um planeta (a própria Terra).
A partir de 2006, com o estabelecimento desses critérios, Plutão também deixou de ser considerado um planeta, pois a sua órbita é influenciada por Netuno.
Os planetas são classificados em telúricos e jovianos.
Planetas telúricos: Também são chamados de planetas terrestres, interiores ourochosos. São planetas relativamente pequenos – em comparação com a maioria dos outros planetas –, localizam-se próximos ao Sol e apresentam uma superfície sólida. Exemplos: Terra, Marte e Mercúrio.
Planetas jovianos: Também chamados de gigantes gasosos afastados, são planetas muito grandes com a atmosfera composta por gases (como o hidrogênio, o hélio e o metano) e se localizam longe de Sol. Exemplos: Júpiter, Saturno e Netuno.



segunda-feira, 18 de maio de 2015
Como surgem as estrelas?
1. Em geral, uma estrela nasce numa região conhecida como berçário estelar. Os berçários espalhados pelo Cosmo têm nuvens moleculares gigantes. Formadas por gás e poeira, tais nuvens chegam a ocupar uma área equivalente à de todo o sistema solar! Com a ação da gravidade, os gases e a poeira se juntam e a nuvem molecular começa a perder suas partes mais densas.
2. Aos poucos, um pedaço desprendido que ganha ainda mais densidade e calor passa a girar em torno de si até virar um tipo de disco. A estrela nasce pra valer quando a temperatura e a densidade no disco ficam tão altas que seus átomos de hidrogênio se fundem, virando hélio. É o início da fusão nuclear. Tudo isso leva dezenas de milhões de anos.
3. Com seu motor (a fusão nuclear) ligado, a estrela entra numa fase estável de "queima de combustível". Para estrelas pequenas ou médias, isso pode durar uns 10 bilhões de anos - é nesse estágio que o Sol está hoje. Já para astros maiores, a fase estável só dura milhões de anos. Quando o hidrogênio acaba, o combustível para a fusão passa a ser o hélio.
4. Quando predomina a fusão do hélio, a estrela ganha energia extra e se expande, virando uma gigante vermelha - ou supergigante vermelha se era um astro com pelo menos oito vezes a massa do Sol. Após o crescimento, o destino da estrela segue por dois rumos diferentes, dependendo do tamanho dela.
5. Para uma estrela como o Sol, a fase gigante vermelha dura uns 2 bilhões de anos. Depois, o astro expulsa suas camadas externas, virando uma nebulosa planetária. No centro dela fica o "cadáver" do velho astro: uma estrela anã branca. Feita de carbono e oxigênio, ela termina seus dias esfriando por bilhões e bilhões de anos, mas sem se apagar totalmente.
segunda-feira, 11 de maio de 2015
A primeira vez na Lua.
Vinte de julho de 1969 é uma data histórica. Nesse dia, pela primeira vez, o ser humano chegou à Lua. O mundo assistiu ao feito, transmitido ao vivo pela televisão. Foi o final feliz de uma viagem que exigiu muito esforço.
“Muito dinheiro, muita gente, muitos sacrifícios e muito planejamento foram necessários para que o ser humano chegasse ao satélite da Terra”, conta o astrônomo Naelton Mendes de Araújo, da Fundação Planetário da Cidade do Rio de Janeiro. Outras tentativas haviam sido feitas para alcançar a Lua, mas a primeira nave com tripulantes a aterrissar por lá foi a Apollo 11. Já o primeiro astronauta a descer em solo lunar foi Neil Armstrong. Assim que chegou, ele disse uma frase que ficou famosa: “Um pequeno passo para o homem, um grande passo para a humanidade”.
De fato, chegar à Lua representou um avanço e tanto para o ser humano. Naelton Araújo conta que muitas tecnologias que vemos hoje foram desenvolvidas a partir da chegada a esse astro. Foi a partir da eletrônica espacial, por exemplo, que se desenvolveram meios para examinar o interior do corpo humano.
Fonte: http://chc.cienciahoje.uol.com.br/no-mundo-da-lua/
“Muito dinheiro, muita gente, muitos sacrifícios e muito planejamento foram necessários para que o ser humano chegasse ao satélite da Terra”, conta o astrônomo Naelton Mendes de Araújo, da Fundação Planetário da Cidade do Rio de Janeiro. Outras tentativas haviam sido feitas para alcançar a Lua, mas a primeira nave com tripulantes a aterrissar por lá foi a Apollo 11. Já o primeiro astronauta a descer em solo lunar foi Neil Armstrong. Assim que chegou, ele disse uma frase que ficou famosa: “Um pequeno passo para o homem, um grande passo para a humanidade”.
De fato, chegar à Lua representou um avanço e tanto para o ser humano. Naelton Araújo conta que muitas tecnologias que vemos hoje foram desenvolvidas a partir da chegada a esse astro. Foi a partir da eletrônica espacial, por exemplo, que se desenvolveram meios para examinar o interior do corpo humano.
Fonte: http://chc.cienciahoje.uol.com.br/no-mundo-da-lua/
O astronauta Buzz Aldrin, piloto do módulo espacial que chegou à Lua, caminha pela superfície do satélite (fotos: Nasa).
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